“As mortes da pandemia deveriam servir para algum aprendizado. Por outro lado, quando nem a vida humana tem importância, por que uma região teria importância? A bioeconomia faz parte do futuro da Amazônia, mas não é uma saída rápida para encerrar o ciclo da ZFM. Cuidado com as ilusões!”
“Somos e estamos vulneráveis, como ilustra a redução das alíquotas de importação de bicicletas e a redução de 10% nas NCM’s dos eletros eletrônicos. Portanto, está em nossas mãos salvar ou esvaziar a ZFM.”
Durante o evento, o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, destacou ações que a Autarquia vem desempenhando no sentido de ampliar o desenvolvimento regional, descentralizando as ações de Manaus, que concentra o Polo Industrial. “Consideramos que o modelo Zona Franca de Manaus que engloba os quatro estados da Amazônia Ocidental mais Macapá e Santana, no Amapá, tem que espraiar riqueza e desenvolvimento e estamos envidando esforços nesse sentido” afirmou.
Esta é uma estória sem agá nem pudor, com capítulos sombrios e numerosos, que suprimem ou adiam empregos, oportunidades, a diversificação da produção, maior distribuição da riqueza que, ironicamente, quando gerada, é abocanhada pelo poder público, o mesmo que engasga seu desabrochar.
A riqueza aqui gerada precisa ser usada na região para remover os índices escabrosos de desenvolvimento humano de nossa gente. Isso é absolutamente urgente e fundamental, como é, também, inadiável, a reedição das medidas emergenciais da economia.