Acordo de Paris - Um novo relatório do Instituto Talanoa, intitulado "Política Climática por Inteiro", lança luz sobre os desafios e progressos do Brasil...
“O cientista Niro Higuchi, pesquisador do INPA, e co-fundador do portal BrasilAmazoniaAgora - atualmente empenhado na demonstração da descarbonização da indústria da Zona Franca de Manaus, em parceria com Suframa e CIEAM, o Centro da Indústria do Estado do Amazonas - desempenha um papel multiuso e fundamental no desenvolvimento da Ciência na Amazônia”.
A parceria entre o CIEAM, SUFRAMA e Laboratório de Manejo Florestal do INPA representa um importante passo na busca por soluções para os desafios socioambientais na Amazônia. A aproximação entre o programa de Manejo Florestal Sustentável do LMF-INPA e a comissão ESG do CIEAM, mostra que ambos os grupos estão evoluindo em direção a objetivos mais amplos. O LMF-INPA está expandindo sua visão além das árvores, enquanto o CIEAM está olhando além da indústria, ou seja, construindo um futuro que já começou na Zona Franca de Manaus. Esse encontro é promissor, beneficiando não apenas a economia, mas principalmente a floresta.
carbono
A preservação da cobertura florestal no Amazonas ajuda a capturar e armazenar grandes quantidades de carbono atmosférico, contribuindo para a redução das emissões líquidas do estado. No entanto, as emissões da indústria e da população de Manaus ainda são substanciais e precisam de estudos adicionais demonstrativos para aferir se as emissões totais são completamente neutralizadas pela conservação florestal.
O Planalto Qinghai-Tibet absorve anualmente 162 milhões de toneladas de carbono, representando até 16% da capacidade total da China, conforme discutido em um fórum recente com a presença de cientistas e autoridades governamentais.
“Tributos, Assuntos Legislativos e Jurídicos, Segurança, Desenvolvimento e Inovação… as Comissões Setoriais do CIEAM prometem não parar nem reduzir a obstinação para demonstração, em parcerias com a UEA, de que o Polo Industrial da Zona Franca de Manaus é o maior acerto de política fiscal para redução das desigualdades regionais do país e de proteção da Amazônia”.
Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura