Os compromissos de descarbonização até 2050 por parte do Japão e da Coreia do Sul, junto com o anúncio da neutralidade das emissões de carbono pela China até 2060, colocaram a Ásia como a mais recente frente no esforço global de elevação do grau de ambição das metas e das ações climáticas por parte dos países.
No contexto da redução das atividades econômicas e das demandas por diversos bens e serviços, verifica-se também uma significativa queda nos preços do carbono em muitos mercados pelo mundo.
A fonte também pode ser uma nova oportunidade de negócios para a indústria do petróleo e gás, cada vez mais pressionada pelos baixos preços de seus produtos e pelas restrições
Esta é a 1ª vez que Pequim sinaliza com ações para descarbonizar sua economia nas próximas décadas, em sintonia com as mudanças defendidas pela ONU para contenção do aquecimento global.
"Da bateria que alimenta um smartphone aos grandes sistemas de armazenamento de energia, qualidade, segurança e responsabilidade ambiental precisam acompanhar cada etapa da produção. Em Manaus e Extrema, padrões internacionais transformam mais de 50 anos de experiência industrial em confiança para os novos desafios do setor energético"