Apontado como uma das soluções para a descarbonização do setor de transportes, o biocombustível esta na berlinda. A expansão global desse mercado pode...
O CEBDS desenvolveu um estudo, em parceria com o Idesam, que mapeia na região amazônicas as boas e replicáveis práticas que mantém a floresta em pé e desenvolvem a região
Mudança de direção no Executivo abre espaço para discutir retomada nas políticas para o setor
Nayara Machado - EPBR
A confirmação de Luiz Inácio Lula da...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.