A Amazônia deixou de ser promessa e passou a ser projeto em andamento. Com protagonismo crescente e reconhecimento internacional, o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (IDESAM) consolida duas décadas de atuação transformadora, conectando ciência, indústria e comunidades para impulsionar a bioeconomia como motor da transição ecológica.
Referência da gastronomia amazônica, chef Saulo Jennings se nega a excluir peixes da Amazônia do menu e defende respeito à identidade alimentar da floresta.
Que a economia da proteção florestal seja, pois, articulada — com clareza, com dados, com governança — a instrumentos como o mercado de carbono, os títulos verdes e o ESG corporativo