O Mapa do Caminho que o Brasil prometeu ao mundo em Belém não é mais um documento técnico. É um teste de caráter nacional. Ou ele se torna o eixo de um novo pacto federativo – que concilie desenvolvimento, justiça social e proteção da Amazônia – ou será lembrado como uma boa ideia abandonada na primeira curva.
Por isso, a pergunta retorna com ainda mais força. O que a Amazônia – sua indústria, sua inteligência e seus compromissos registrados no Manifesto – pretende entregar ao mundo após a COP?