“Sem estimular o avanço tecnológico - que começa com o incentivo da Indústria de componentes e sua inserção numa nova cadeia ocidental, continental ou preferencialmente nacional/regional - iremos a lugar algum. Não significa desestimular a economia do Centro-Oeste, pelo contrário, devemos criar alternativas coerentes com a indústria da Amazônia, instalada, capacitado e disposta a inovar e reinventar seu perfil”.
Abraciclo
E pensar que, depois de 15 mil anos de presença na Amazônia, os indígenas criaram soluções farmacológicas para quase tudo. Que tesouro inesgotável. Por que não investigar o poder dessas propriedades? Aqui só não temos remédio para cegueira atávica, ou surdez conveniente.
Agricultores familiares, assentados da reforma agrária e pesquisadores estão unidos para restaurar Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal.
Bemol
“O CIEAM vem complementar o quadro de representação de nossa sociedade, sempre em mutação, e por isso exigente dos melhores esforços de trabalho, de inteligência, em benefício da causa comum de todos: a grandeza do Amazonas, o bem-estar do seu povo e integridade da Pátria”.
Temos clareza de que não há alternativas, nem a curto nem a médio prazo, e talvez nem a longo prazo, para substituir a Zona Franca de Manaus, sua magnitude, importância e necessidade que este programa de desenvolvimento regional ganhou ao longo desses 55 anos. Jaime Benchimol, economista e empresário.
“Para o cientista Niro Higuchi, a maior autoridade mundial em dinâmica do carbono na Amazônia, basta sistematizar os conhecimentos já consolidados para provar que o Polo Industrial de Manaus é superavitário em sua contabilidade ambiental e na neutralização do carbono”.