“A entidade CIEAM está escrevendo a história de lideranças empresariais, sacudidas e sustentadas pela insistência de tantos heróis da resistência e suas respectivas comissões, devotadas e compromissada com a base civil, em nome da nova ordem, a justiça social, tendo o progresso econômico e sustentável por finalidade, na direção da prosperidade geral da Amazônia e nossa gente. Longa vida, CIEAM, associados, aliançados e encarregados das múltiplas funções no exercício do protagonismo, da solidariedade e da habilidade de quem escolheu ser e crescer uma entidade em movimento..”
De acordo com presidente Luiz Augusto Barreto Rocha, o CIEAM é uma entidade em movimento que prioriza, como sua regra de ouro, a conjugação de seus verbos na primeira pessoa, no plural. E seu sonho é tudo aquilo que emerge da rotina gerencial e significa uma entidade entrelaçada com seus pares - efetivamente representativos dos setores produtivos - que falam a mesma linguagem e se alegram com suas conquistas sem personalismo nem fulanização.
“Há 50 anos, nossos precursores sempre encaravam como um desafio espinhoso e, ao mesmo tempo, delicioso empreender na Amazônia. Aprendemos com eles, a assimilar as lições de viver aqui, ajustar a cultura do empreendedorismo para ajudar a reduzir as acirradas diferenças entre o Norte e o Sul do Brasil, respirar a atmosfera florestal envolvente e transpirar sentimentos comprometidos com sua proteção.”
A compreensão do programa ZFM , seus meandros e paradoxos, não é algo muito palatável de digerir. E para defendê-la, é preciso, ainda, muito debate e mais estudos. São 56 anos de resistência e insistência para sobreviver às incompreensões, desinformação e maledicências. Nessa entrevista, o deputado Saullo Vianna, marinheiro de primeira viagem no parlamento federal, mostra que, em pouco tempo, já compôs sua narrativa de luta. E o que é mais instigante, está navegando em pleno agito de uma reforma fiscal, um sonho de simplificação tributária do contribuinte brasileiro e um pesadelo para a economia da Zona Franca de Manaus. Vamos conferir a prosa.
Em lugar do castigo, prêmios, os primeiros passos de entrega do açougue aos lobos famintos. Em tempo recorde, 20 mil garimpeiros já ocupavam a região sem impedimentos da ação pública. Dadas as dimensões continentais da Amazônia, a fiscalização, que é historicamente precária, sumiu. Depois de 2020, e com o esvaziamento geral provocado pela pandemia da COVID-19, os territórios indígenas Yanomami, entre outros, se transformaram em terra de ninguém.
Para aproximar veículos de comunicação nacional da rotina produtiva que sustenta a economia do Amazonas, o CIEAM convidou um grupo de jornalistas para fazer a experiência fabril da Zona Franca de Manaus. Frequentemente, lemos reportagens, entrevistas, artigos, acompanhamos debates carregados de opiniões, análises e conclusões apressadas, que não correspondem à realidade deste acertado programa de desenvolvimento regional. Nada melhor do que ver, tocar, sentir, saborear e, assim, poder descrever com mais propriedade e objetividade. Afinal, nada mais há de esclarecedor do que uma boa interlocução. Confira o texto da acolhida a cargo do presidente do Conselho Superior do Centro da Indústria do Estado do Amazonas