“A modernização dos sistemas de segurança pública, incluindo o uso eficaz da inteligência artificial para a prevenção e combate ao crime, poderá melhorar significativamente a segurança pública, e também revitalizar a economia local, restabelecendo a confiança dos investidores e melhorando as condições de vida e trabalho para a população de Manaus e do estado como um todo”.
Uma indústria de defesa, portanto, se posiciona como um novo vetor de desenvolvimento econômico e tecnológico, na diversificação no Polo Industrial de Manaus (PIM). São sinergias potenciais entre as capacidades industriais locais e as necessidades estratégicas das Forças Armadas do Brasil. O encontro, realizado na sede do Comando Militar da Amazônia - CMA, foi visto como uma plataforma de oportunidades para a indústria da Zona Franca de Manaus. Saltam aos olhos essas oportunidades na Base Industrial de Defesa (BID), sinalizando uma nova era de colaboração e inovação.
“Felicidade e chão de fábrica, uma equação que merece reflexão e partilha. Há muitos relatos e iniciativas corporativas para olhar e qualificar as relações, descobrir habilidades e conhecimentos que podem ser assimilados no cotidiano, para além dos certificados, na perspectiva de novas práticas, melhores níveis de satisfação e criatividade em grupos.”
“Enquanto o mercado de crédito de carbono foi promovido como uma solução prática para o aquecimento global, está claro que precisamos de uma abordagem mais holística e menos suscetível a exploração e ciladas.”
O Brasil assinou o Acordo de Paris em 2015, comprometendo-se a reduzir até 2025 suas emissões de gases de efeito estufa em até 37% (comparados aos níveis emitidos em 2005), estendendo essa meta para 43% até 2030.
Dos encaminhamentos finais do Fórum de Logística, organizado pelo CIEAM, ocorrido nos dias 2 e 4 de abril, ficou definida a adoção da dragagem para prevenir os danos de mais uma vazante como ocorreu em 2023. Anotada a presença da Capitania dos Portos, Antaq e DNiT, foram definidos os trechos a saber: no Rio Madeira, de Manicoré até a foz, e no Rio Amazonas, de Itacoatiara a Manaus. Uma questão ambiental sobre a dragagem foi levantada pelos organizadores do evento mas não foi explorada. Seus argumentos, porém, estão aqui anotados.