Entre a preservação contemplativa e os modelos industriais importados, o Amazonas começa a perceber que seu verdadeiro desafio histórico talvez seja outro: construir uma economia sofisticada, territorialmente enraizada e capaz de transformar floresta, ciência, engenharia e indústria numa mesma linguagem de desenvolvimento.
Agora cabe decidir se vamos nos contentar com o que ela consegue recuperar sozinha ou se vamos assumir a responsabilidade de reconstruir aquilo que já começou a se perder.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.