A Amazônia não pode continuar sendo tratado como exceção ou passivo. Ao contrário: a floresta em pé, a ciência aplicada, a industrialização limpa e o conhecimento dos povos amazônicos devem ser reconhecidos como ativos centrais do novo ciclo de desenvolvimento nacional.
“A recente transição de comando no Pacto Global da ONU Brasil após denúncias de assédio mostra o quanto as instituições estão sendo cobradas a alinhar discurso e prática.”
Aprendi que o ESG não é um checklist — é um caminho. E nesse caminho, não caminhamos sozinhos. Andamos com quem compartilha da mesma fé no território, no diálogo e na ação concreta. Por isso, sigo aprendendo. Mas agora com a certeza de que as indústrias da Amazônia têm o que mostrar, o que ensinar e, sobretudo, o que oferecer para o futuro do Brasil.