Conhecer, cuidar, amar : o passo essencial da indústria amazônica rumo à sociedade

“Conhecer, cuidar, amar.” A máxima que rege relações humanas também deve nortear os vínculos institucionais. Só se defende aquilo que se compreende. E só se compreende o que se revela. É por isso que a Indústria Amazônica, por meio da prestação de contas iniciada pelo CIEAM, busca revelar sua verdade, sua relevância e seu compromisso com a floresta em pé

Com 58 anos de história e mais de 85% da economia do Amazonas em suas mãos, a indústria da Zona Franca de Manaus insiste em romper a bolha da incompreensão com um gesto essencial: o diálogo.

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Por que conhecer é o primeiro passo?

Apesar de sua importância colossal para a economia local e regional, a Zona Franca de Manaus ainda é, para muitos amazonenses, uma abstração. Pouco se sabe sobre sua estrutura, seus números, seus impactos reais na vida das pessoas. E é justamente esse desconhecimento que fragiliza a relação entre sociedade e indústria. E é por isso que convida os parceiros da mídia para ajudar a espalhar as boas notícias.

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Uma conversa com quem está no território

Foi com essa consciência que o presidente do CIEAM, Luiz Augusto Barreto Rocha, reuniu jornalistas locais para prestar contas do trabalho da entidade, esclarecer dúvidas e apresentar os caminhos que a indústria está trilhando na Amazônia. Esse gesto de escuta e transparência marca o início de uma nova etapa: a construção de pontes entre os que produzem e os que convivem com os efeitos desse processo produtivo.

Indústria amazônica
A diretoria do Cieam reuniu jornalistas para apresentação de um painel sobre a economia do Amazonas em 2025 (Foto: Divulgação)

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A indústria como elo de pertencimento

“Conhecer, cuidar, amar.” A máxima que rege relações humanas também deve nortear os vínculos institucionais. Só se defende aquilo que se compreende. E só se compreende o que se revela. É esse o sentido mais profundo da prestação de contas iniciada pelo CIEAM. Mais que números, trata-se de um gesto simbólico: reafirmar que a Zona Franca de Manaus é parte da vida coletiva, da memória amazônica e da solução para nossos desafios comuns.

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Compromisso com a verdade e com o futuro

Ao abrir suas portas e suas planilhas à sociedade, a indústria lança um convite: venham conhecer, criticar, propor e participar da construção de uma Amazônia produtiva, legal e sustentável. A partir de agora, esse relacionamento será cada vez mais direto, estruturado e colaborativo. E, como em toda boa relação, será pautado pelo respeito, pela confiança e pelo compromisso mútuo.

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