O novo normal do CIEAM não é uma abstração: é rotina. No fim de maio, dois eventos distintos — mas profundamente conectados ao espírito da entidade — ilustram o envolvimento contínuo e estratégico do Centro da Indústria do Estado do Amazonas com as grandes questões do desenvolvimento sustentável, da transição energética e da inovação industrial na Amazônia:
É hora de superar a visão estreita que reduz o PIM a uma renúncia fiscal. Trata-se de uma engrenagem complexa e virtuosa, um modelo de soberania regional, equilíbrio federativo e integração da floresta à economia do século XXI. É, sem dúvida, um ativo estratégico do Brasil diante dos desafios globais da transição energética, do combate às desigualdades e da construção de um novo pacto verde.
As iniciativas conjuntas entre a Suframa e o CIEAM se apresentam como um esforço coordenado para consolidar um modelo econômico que respeite as características únicas da Amazônia. A convergência entre governança, inovação, bioeconomia e sustentabilidade representa um novo capítulo na história da Zona Franca de Manaus, apontando para um futuro onde crescimento econômico e preservação ambiental caminham lado a lado.
"A parceria entre Suframa e CIEAM fortalece essa iniciativa, garantindo que as discussões se transformem em ações concretas para o futuro da Amazônia...
"O setor produtivo da Amazônia não pode mais enxergar a sustentabilidade como uma obrigação regulatória, mas sim como um caminho estratégico para a permanência...
O CIEAM, como representante do Polo Industrial de Manaus (PIM), acompanha de perto essa transformação e defende que a bioeconomia e a inovação tecnológica sejam parte da estratégia de desenvolvimento do Brasil. Nossa Zona Franca de Manaus (ZFM), muitas vezes questionada por aqueles que desconhecem sua importância estratégica para a conservação da Amazônia, já é um case de ESG em sua essência, pois concilia produção industrial com a preservação da floresta em pé.