O Planalto Qinghai-Tibet absorve anualmente 162 milhões de toneladas de carbono, representando até 16% da capacidade total da China, conforme discutido em um fórum recente com a presença de cientistas e autoridades governamentais.
Os acordos envolvem várias áreas de interesse mútuo, como exploração de petróleo e gás, refino, e até produção de energia renovável e hidrogênio sustentáveis.
Decisão do governo do Japão levanta reações de outros países e do mercado internacional. China critica risco de contaminação radioativa proveniente dos restos da usina nuclear de Fukushima.
China estimula a produção de animais e plantas comercialmente valiosos para atender à demanda do mercado e reduzir a pressão sobre as espécies selvagens.
Esse é um momento muito relevante para que o Pará possa ver concretizado um projeto histórico para a estrutura logística do nosso Estado. Assinamos o projeto para a Ferrovia do Pará. Isso representará investimentos, geração de empregos, desenvolvimento para vários municípios ao longo do trajeto do projeto e, claro, agregando logística ao nosso Estado, disse o Helder Barbalho em encontra na China.