“...não se pode ter complacência com uma política econômica que procura melhorar a eficiência econômica ignorando a maior de todas as ineficiências, o desemprego”
Paulo...
Meio atordoado com as pressões interministeriais que não acabam nem ficam poucas, dessa vez obrigando a indústria de televisores a utilizar um software a...
A Amazônia Legal representa, 60% do território brasileiro, mas responde por menos de 8% do nosso PIB. Isto significa que não somos “eficientes” no uso de nosso território do ponto de vista econômico.
Ainda estamos vivendo o rescaldo da pandemia, mas já temos o mapa de quem se comprometeu ou não com nossa economia, a economia que ajuda a conservar mais de 95% de nossa cobertura florestal, fonte de saúde planetária, energia hidrelétrica e recursos hídricos para os reservatórios paulistanos.
Quando começamos a observar publicações, análises, interações com o resto do Brasil, sempre há uma impressão de que a região é tratada como exótica, distante, selvagem e com lideranças que não merecem respeito. Ou seja, há dos “dois lados” um comportamento compatível com o histórico.
Não iremos muito longe sem parcerias consistentes e transparentes. Afinal, a Zona Franca de Manaus é nosso melhor atestado de boas condutas nas relações transnacionais.