O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o governo japonês, por meio da Agência de...
Uma investigação conduzida pelo Repórter Brasil mostrou como a maior cadeia de fast food do mundo, o McDonald’s, está associada com atividades que impactam o meio ambiente e os Direitos...
A chamada Elos da Amazônia tem como propósito encontrar e reconhecer soluções para as cadeias produtivas da sociobiodiversidade amazônica. Nesta edição, buscamos soluções nas cadeias produtivas da castanha-do-Brasil e óleos vegetais
Temos a possibilidade de fazer da floresta em pé mecanismos de monetização dos serviços ambientais que possam financiar um novo programa de desenvolvimento regional. Isso implica em multiplicar laboratórios, qualificar recursos humanos, promover parcerias nacionais e internacionais transparentes e aderentes a uma nova economia de redução das desigualdades regionais e da prosperidade de um Brasil integrado e próspero.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.