Tag: bionegócios

Academia e economia, as duas rodas da viagem amazônica

“É gratificante saber que o CBA respondeu pelo B do Bio&TIC e que o T foi pilotado pelo Polo Digital de Manaus. Foram fechados muitos negócios, quase 20 mil visitantes, muitos, muitos jovens com expressão aguerrida, determinada, destemida desfilaram suas expectativas para tomar em suas mãos as rédeas de nosso amanhã que já raiou.”

O Polo Industrial de Manaus será Bio ou TIC em 2073?

A indústria instalada em Manaus será em 2073, o adensamento, a diversificação e a regionalização da Biotecnologia em relacionamento sério com a Tecnologia e a Nanotecnologia desde que tomemos essas trilhas do conhecimento e do empreendimento, suas premissas, condições e viabilidade, em nossas mãos.

A Amazônia e as faltas de sensos

Sigo a acreditar que os nossos inimigos não estão no exterior, mas nos autoenganos. Todos sabemos que há potencial, mas, como nos primórdios do...

Bio&TIC, a transição para a Amazônia 4.0

É hora de avançar, quebrar paradigmas da acomodação, descartar os argumentos do conservadorismo que se opõe ao protagonismo. O programa ZFM está vivo e dispõe de um portfólio pulsante, capaz de integrar para não abrir mão da antecipação da utopia e suas pedras fundamentais de estruturação da brasilidade, de verdade.

CBA, a boa notícia

E qual é a novidade desse acontecimento? É que já se passaram 20 anos da inauguração das instalações do Centro de Biotecnologia da Amazônia, o sonhado Polo de bioindústria, aquele que deveria buscar os princípios ativos da floresta, sem desmatar suas árvores, mas apenas copiar as soluções que a natureza dispõe - e que não são poucas - para problemas que atormentam a humanidade, tais como a saúde, a velhice, a insegurança alimentar… para dar três exemplos. Respostas, como dizem os cientistas, disponíveis aos montes na Amazônia.  

Centro de Bionegócios da Amazônia: nutracêuticos, cosméticos e fármacos com a floresta em pé

A pedra fundamental do CBA foi lançada no apagar das luzes do Século XX. Seus padrinhos foram FHC e seu vice, Marco Maciel, filho e marido, respectivamente de mulheres amazonenses. Muita água rolou de lá pra cá,  mas pouca energia gerou a favor da sociedade. Enfim, depois de duas décadas e muitas disputas, na gestão Algacir Polsin, da Suframa, e com Fábio Calderaro à frente, o CBA, que havia nascido como Centro de Biotecnologia da Amazônia, passou a se credenciar como Centro de Bionegócios, no coração da maior floresta tropical do mundo e 1/5 do banco genético da Terra. Nessa sexta-feira, 6 de maio, de boas notícias para a Zona Franca de Manaus, a planta do CBA foi regada com o lançamento do Edital que lhe trará a definição de seu modelo de negócios, além, é claro, do esperado CNPJ. Ufa! Fábio Calderaro nos acolheu em seguida para uma prosa Amazônia. Confira.

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