Coordenada pelo Idesam, iniciativa da Suframa já teve mais R$26 milhões em projetos de startups e institutos de tecnologia em prol da bioeconomia na Amazônia
E pensar que, depois de 15 mil anos de presença na Amazônia, os indígenas criaram soluções farmacológicas para quase tudo. Que tesouro inesgotável. Por que não investigar o poder dessas propriedades? Aqui só não temos remédio para cegueira atávica, ou surdez conveniente.
É preciso eliminar definitivamente a linha de Tordesilhas que parece continuar dividindo o Brasil em duas partes: uma parte a conservar e integrar, a Amazônia, e uma parte que segue receitas convencionais de desenvolvimento.
Querer que uma indústria eletrônica estrangeira faça bionegócios na Amazônia é tão estranho como querer que uma universidade local resolva o problema arquitetônico das...