Tag: acordo comercial

Vitória de Macron na França é balde de água fria para acordo comercial Mercosul-UE

A França de Macron tem sido um dos principais obstáculos nesse processo, com o presidente agora reeleito se posicionando repetidas vezes contra o acordo sob a justificativa de que ele trará concorrência desleal de produtores rurais na América do Sul, que não sofrem as mesmas restrições ambientais de seus contrapartes europeus.

“Pacotão da destruição ambiental” no Congresso pode prejudicar acordo comercial da UE com o Mercosul

A aprovação pela Câmara Federal de sucessivos projetos com previsível impacto negativo sobre o meio ambiente não escapou ao olhar da União Europeia. Segundo...

Parceiros internacionais se queixam de falta de ações concretas do Brasil para proteção ambiental

A mudança recente no ministério do meio ambiente, com a saída de Ricardo Salles, não foi capaz de aplacar a irritação de parceiros internacionais...

Discreto, novo ministro do meio ambiente prepara estratégia do Brasil para COP26

Aos poucos, o novo ministro do meio ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite, começa a se posicionar politicamente dentro e fora do governo. No Valor, Daniela...

Comissão Europeia: ação climática é pré-requisito para acordo comercial com Mercosul

Segue a movimentação política de europeus e sul-americanos para emplacar o acordo comercial Mercosul-UE. Na 2ª feira (14/12), representantes dos dois blocos se reuniram em Berlim...

Acordo de Paris, 5 anos: Mesmo com escoriações, ele segue vivo e em pé

Resiliência parece ser a palavra que resume os primeiros cinco anos do Acordo de Paris. Mesmo depois de tantas mudanças e surpresas – muitas...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.