30 de outubro – o Brasil quer ser melhor

Uma campanha de propostas viáveis e exequíveis e que serão questionadas, trará ao Brasil uma perspectiva de melhorias também viáveis e exequíveis, e não uma perspectiva apenas das mesmas promessas infindas de sempre.

Por Juarez Baldoino da Costa
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Segunda-feira 31 pela manhã, já eleito o 39° presidente republicano do Brasil, as padarias vão continuar produzindo o pãozinho quente feito com trigo pago ao dólar de R$ 5,35, que às vezes sobe e às vezes cai, que vai nutrir o trabalho de quem vai de fato sustentar as bolsas-ajuda prometidas na campanha do vencedor. Entre os eleitores, alguns alegres e outros tristes, já estarão os políticos articulando as eleições de 2024. A Amazônia continuará queimando, às vezes mais, às vezes menos. Segue o cotidiano brasileiro.

Leia também “Ponderações e fatos sobre o desmatamento na Amazônia nos governos de Lula e Bolsonaro”

Na posse, em janeiro, a continência será prestada à bandeira, mas precisa ser dirigida ao povo, o dono da festa e quem paga por ela, e que quer ser melhor a cada ano e a cada eleição.

Para ser melhor, ajudaria muito escolher melhor os eleitos. A resposta de como escolher melhor é complexa, mas pode haver algumas simplicidades práticas. Como o poder emana do povo, este povo poderia exigir, por exemplo, que as regras de campanha eleitoral sejam alteradas em pelo menos dois aspectos:

(1) para que seja proibido falar do outro, e ao falar de si, o candidato cite obrigatoriamente, ele próprio, os eventuais processos nos quais seja réu, e
(2) o plano de governo do candidato deve ser quantificado e ter indicação da forma de execução e a fonte dos recursos, e anualmente ser apresentado e comparado com a realidade.

Uma campanha de propostas viáveis e exequíveis e que serão questionadas, trará ao Brasil uma perspectiva de melhorias também viáveis e exequíveis, e não uma perspectiva apenas das mesmas promessas infindas de sempre.

Exigir mudança é na verdade o exercício simples e fundamental de poder do povo, que em muitas ocasiões nem se dá conta que o detém.

Votar agora em alguém que possa conduzir este processo é um passo gigantesco na direção de um futuro melhor.

Não desperdicemos o voto, o verdadeiro e simples poder, um espetacular poder!

Brasil Amazônia
Juarez Baldoino da Costa é Amazonólogo, MSc em Sociedade e Cultura da Amazônia – UFAM, Economista, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas especializado em ZFM.
Juarez Baldoino da Costa
Juarez Baldoino da Costahttps://brasilamazoniaagora.com.br/
Juarez Baldoino da Costa é Amazonólogo, MSc em Sociedade e Cultura da Amazônia – UFAM, Economista, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas especializado em ZFM.

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