Ao destacar que não há justiça sem compromisso ambiental, Fachin trouxe a pauta climática para o centro do debate jurídico. O país espera que o STF seja aliado na defesa da Amazônia, dos povos originários e das gerações futuras. A crise climática não pode ser relativizada: é questão de sobrevivência nacional.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.