TCE-AM lança Revista Científica 2025 e reforça compromisso com a produção de conhecimento público

“TCE-AM lança revista que representa um espaço de diálogo entre servidores, acadêmicos e sociedade civil, estimulando a produção de artigos, estudos e análises que aproximam o controle externo da pesquisa aplicada e da ciência pública”

O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) dá mais um passo histórico na valorização da pesquisa e da reflexão crítica sobre o controle público. Nesta quarta-feira, 5 de novembro, a Corte de Contas realiza o lançamento do primeiro volume da Revista Científica do TCE-AM em 2025, em uma coletiva de imprensa marcada para as 9h15, no auditório do Tribunal.

A iniciativa, coordenada pelo vice-presidente da Corte, conselheiro Fabian Barbosa, consolida o TCE-AM como referência nacional na difusão de conhecimento científico sobre gestão pública, inovação e accountability. O lançamento integra as comemorações pelos 75 anos do Tribunal, que vem fortalecendo sua vocação pedagógica e seu papel estratégico na formação de uma cultura de transparência e ética no serviço público.

TCE-AM LANCA REVISTA
A presidente do TCE-AM, Yara Amazônia Lins (Fotos: Reprodução/TCE-AM 

Mais que um marco editorial, a Revista Científica representa um espaço de diálogo entre servidores, acadêmicos e sociedade civil, estimulando a produção de artigos, estudos e análises que aproximam o controle externo da pesquisa aplicada e da ciência pública.

Durante o evento, também será realizada a premiação do 2º Concurso de Artigos Científicos, que reconhece o mérito intelectual e o compromisso técnico dos autores que contribuem para o aperfeiçoamento das práticas de controle e auditoria.

O ponto alto da programação será a palestra do procurador-geral do Ministério Público de Contas da Paraíba, dr. Marcílio Toscano França Filho, com o tema:

“O Patrimônio Histórico como Patrimônio Público: Tribunais de Contas e Meio Ambiente Cultural.”

A conferência propõe uma reflexão contemporânea sobre a interseção entre o controle externo e a proteção do patrimônio cultural, reafirmando que a defesa do meio ambiente e da memória coletiva também integra o dever republicano dos Tribunais de Contas.

Sobre a programação

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