A empresa usa a criatividade para usar o dinheiro reciclado em itens de design, com o objetivo de reaproveitar toneladas de cédulas de papel-moeda descartadas anualmente.
Além de estimular a pesquisa aplicada e projetos sustentáveis, a iniciativa se conecta a setores empresariais, impulsionando bioeconomia, inteligência artificial voltada à sustentabilidade e recuperação ambiental.
O futuro da transição energética na Amazônia é um futuro de parcerias, de escuta ativa das comunidades e de uso estratégico da tecnologia. A floresta em pé pode – e deve – ser também uma fonte de energia limpa e de prosperidade para o Brasil. O ESG não pode ser apenas um discurso: ele precisa iluminar caminhos, literalmente.
A quantidade de resíduos de coco descartados em Aracaju sobrecarrega a coleta domiciliar e gera um custo anual de aproximadamente R$ 900 mil para a limpeza pública da cidade; como biocombustível, o que antes era lixo pode ser útil ao setor de transportes.
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) vem se consolidando como referência nacional em governança pública e como articuladora de um novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia Ocidental. Em entrevista ao portal Brasil Amazônia Agora, o superintendente Bosco Saraiva detalha os avanços em áreas estratégicas como ESG, bioeconomia, infraestrutura, interiorização da economia e modernização industrial.
Estão previstas ações voltadas à conservação da biodiversidade, combate à poluição, gestão sustentável de resíduos e promoção da economia circular em prol do desenvolvimento sustentável.