O Polo Industrial de Manaus já tem escala, já tem tradição e já tem um território simbólico que nenhuma outra planta industrial do continente possui. Falta consolidar aquilo que o mundo mais respeita quando o comércio vira régua: método.
É um órgão da nova economia: armazena, sustenta, regula, protege. Se a transição energética é o caminho, o armazenamento é a ponte. E ponte não se faz só com metal e química, ela demanda confiança, escala, cadeia de suprimentos, inteligência aplicada, além dos parceiros que tragam mundo para dentro, sem tirar o Brasil de si.
O recado é claro: a Zona Franca de Manaus não quer viver de passado. Quer garantir futuro — com inovação, adensamento, diversificação e integração com as agendas de tecnologia e sustentabilidade.
"Se a Amazônia souber transformar guaraína em evidência e evidência em produto, não estaremos falando apenas de shampoo ou tônico. Estaremos falando de um...
"Se quisermos que este seja o ano da diversificação, do adensamento produtivo e da regionalização do desenvolvimento — com mais ciência, mais inovação, mais...
“Ao enxergar o Amazonas como solução, a Zona Franca e o bioma se afirmam como plataforma de empregos, arrecadação e inovação produtiva, articulando logística,...
Teremos nós falhado com a Constituição e com a nossa própria gente, ao aceitar que uma política criada para reduzir desigualdades seja usada para administrá-las, quando deveria estar empenhada em superá-las.
O Polo Industrial de Manaus já tem escala, já tem tradição e já tem um território simbólico que nenhuma outra planta industrial do continente possui. Falta consolidar aquilo que o mundo mais respeita quando o comércio vira régua: método.
É um órgão da nova economia: armazena, sustenta, regula, protege. Se a transição energética é o caminho, o armazenamento é a ponte. E ponte não se faz só com metal e química, ela demanda confiança, escala, cadeia de suprimentos, inteligência aplicada, além dos parceiros que tragam mundo para dentro, sem tirar o Brasil de si.