Desenvolvimento Regional

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Podres poderes: quem paga as contas de Flávio Bolsonaro e financia seus projetos

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Flávio promete cuidar do Brasil. Seu passado permite acreditar?

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A distância entre a aldeia e a urna ameaça o voto indígena no segundo turno

Eleitores indígenas enfrentam barreiras para votar no segundo turno. MPF e MPI cobram transporte gratuito e acessibilidade.

“Um alvo no meio da testa”: o que indigenistas e servidores ambientais temem de Flávio Bolsonaro 

Relatos de assédio a servidores ambientais no governo Jair Bolsonaro geram temor de novas perseguições e restrições à fiscalização sob Flávio.

Mercadante e a oportunidade de financiar a inteligência da floresta

"O BNDES pode aproximar indústria, biodiversidade e formação científica na Amazônia. O financiamento ao centro de pesquisa da Novamed oferece um ponto de partida...

O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e idosos a níveis perigosos de poluição e revela o fracasso de uma política pública que...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

Amazonas e Brasil, uma independência ainda em construção

Celebrar conjuntamente o 5 e o 7 de Setembro significa reconhecer que a soberania brasileira depende da integração efetiva da Amazônia, de sua autonomia...

Na Amazônia, faltam diagnósticos antes das obras nas “hidrovias”

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