Para desenvolver a inovação sustentável, a estudante criou nas aulas de Iniciação Científica uma mistura composta por cascas de pinhão, glicerina, gelatina, ágar-ágar, água, vinagre e sementes de salsa e alecrim.
Ao alinhar a força institucional da SUFRAMA com a expertise territorial do IDESAM, o Programa Prioritário de Bioeconomia constrói uma ponte entre o PIM e as florestas do interior, conectando ciência, mercado e floresta. É uma aposta estratégica em desenvolvimento regional com base na natureza, e não apesar dela.
Bolsas, chaveiros, bloquinhos e itens de decoração feitos a partir de couro de tilápia são destaques de projeto sustentável criado por empreendedora na Bahia.
A vergonha, portanto, não repousa sobre a bioeconomia que ainda engatinha. Ela recai sobre os que, dispondo dos meios, vacilam em mudar o destino de uma das regiões mais estratégicas do planeta. Ainda há tempo. Mas, como aprendemos com o ritmo lento dos rios e o furor imprevisível das cheias, o tempo amazônico é paciente, mas tem limites. Como diz Rocha, “…só poderemos transcender o pessimismo sobre a Amazônia quando começarmos a perceber um uso responsável de seus recursos e um encolhimento da fome e da pobreza no seu interior profundo.” Afinal, ninguém pode adiar direitos e benefícios para sempre.
"A ausência de uma métrica robusta para o PIB regional baseado no uso sustentável da natureza nos mantém presos a uma bioeconomia envergonhada, aprofundando...
Com o retorno da produção de borracha seguindo padrões sustentáveis, os Rikbaktsa pretendem que os territórios indígenas voltem a fornecer a matéria-prima à empresa francesa Michelin, que realiza compras de borracha na Amazônia.