Crise energética provoca temor sobre inflação e recuperação econômica

Autoridades de Pequim a Chennai buscavam reverter a enorme escassez de energia nesta terça-feira (12), provocando preocupações nos mercados de que o aumento dos custos da energia vai provocar inflação e prejudicar a recuperação econômica.ebcebc

Os preços da energia saltaram para máximas recordes nas últimas semanas devido à escassez na Ásia, Europa e Estados Unidos, com a expectativa de que a crise energética na China dure até o fim do ano e afete o crescimento do país.

Nesta terça-feira, a China adotou a medida mais ousada na reforma de décadas do setor energético, afirmando que permitirá que fábricas que usam carvão repassem os altos custos de geração para alguns usuários finais através de preços de eletricidade direcionados pelo mercado.

Permitir que os preços sejam determinados pelo mercado deve encorajar geradores que registram prejuízos a aumentar a produção.

Os impactos dos problemas de oferta em energia e componentes de manufatura estão aparecendo em dados de Tóquio a Londres, ampliando o nervosismo em mercados globais e destacando a dificuldade em reduzir a dependência do mundo de combustíveis fósseis poluentes um mês antes de discussões globais sobre mudanças climáticas.

Fonte: Agência Brasil

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Nova espécie de peixe é descoberta no Amapá e já pode entrar na lista de ameaçados

Nova espécie de peixe encontrada no Amapá vive em apenas três locais conhecidos. Pesquisadores alertam para ameaças ao habitat.

Quando a violência digital entra na vida dos nossos filhos

“Aliciamento, chantagem e estímulo à autolesão exigem uma resposta...

690 mil árvores por dia: a estimativa que separa o desmatamento de Bolsonaro e de Lula

Desmatamento na Amazônia: estimativa aponta perda de 690 mil árvores a mais por dia sob Bolsonaro do que nos três primeiros anos do atual governo Lula.

Pagar mais para não comprar americano: o “Buy Canadian” volta e reorganiza as gôndolas

Com a disputa comercial entre Canadá e Estados Unidos de volta e mais quente do que nunca, a origem do produto passou a pesar mais que o preço, e o varejo já redesenhou a prateleira. O que isso ensina a quem vende com a Amazônia no rótulo?