Criminoso, imoral e destrutivo: Manifestações da ABA-Agroecologia sobre o infame PL-191 da mineração em Terras Indígenas

A atual instabilidade econômica mundial agravada pela guerra entre Rússia e Ucrânia evidenciou, ainda mais, a insustentabilidade do agronegócio brasileiro.

Não é autônomo, pois depende de fertilizantes importados; não é estável, pois a mínima menção a desafios na importação, já se traduziu em impacto na produção e; portanto, não é produtivo, outro atributo da sustentabilidade.

Mais mineração: é esta a solução?

Algumas reservas, especialmente de potássio, encontram-se sob terras indígenas. Se este modelo agrícola não garante condições de existência para as gerações futuras, ele não é sustentável – mais uma vez.

Agroecologia é vida e é ciência. Inúmeras experiências e pesquisas agroecológicas no Brasil e no mundo indicam que o manejo agroecológico, baseado nos princípios de ciclagem de nutrientes, manejo da biodiversidade e outros aspectos preconizados, é o caminho. Entretanto, a agroecologia segue sendo bloqueada por interesses corporativos do complexo industrial, do qual o agronegócio faz parte.

O agronegócio mata a vida do solo com agrotóxicos e máquinas pesadas.

A ABA-Agroecologia repudia o PL 191/2020 que facilita a lavra de recursos minerais em terras indígenas.

Para saber mais acesse a nota na íntegra: Clique aqui

Fonte: Aba Agroecologia

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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