Teremos nós falhado com a Constituição e com a nossa própria gente, ao aceitar que uma política criada para reduzir desigualdades seja usada para administrá-las, quando deveria estar empenhada em superá-las.
Se quisermos uma Manaus em que floresta em pé, indústria viva e povo de pé sejam partes do mesmo projeto, teremos de mudar a pergunta. Menos “quanto paga o PIM?” e mais “o que o poder público faz com tudo o que o PIM já paga, direta e indiretamente?”. Menos slogan, mais rastreamento de orçamento. Menos bode expiatório, mais pacto de responsabilidade.
À frente da Suframa, Bosco Saraiva recuperou a autoridade técnica da autarquia, resgatou convergências com o governo federal e devolveu previsibilidade às empresas que sustentam o parque fabril.
O Amazonas encerra 2025 com uma notícia que muitos insistiram em não enxergar, embora estivesse escancarada nos dados oficiais: a economia da floresta voltou...
"A floresta em pé é produtiva. A indústria dentro da floresta é estratégica. E a narrativa contra esse modelo é apenas isso: narrativa. Sem dados, sem lastro,...
Agora cabe decidir se vamos nos contentar com o que ela consegue recuperar sozinha ou se vamos assumir a responsabilidade de reconstruir aquilo que já começou a se perder.