Configurar uma política de exportação para a ZFM, nos moldes ensaiados a partir dos anos 90, remete a uma atualização nos processos e nos indicadores de competitividade do modelo
Apenas desburocratizar depois de um ano de (des)autonomia é muita anomalia institucional. Por que tem que ser assim e por que aceitamos que seja assim?
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.