Nos Fóruns ESG, a Amazônia foi convocada — e respondeu. Agora, é hora de consolidar essa resposta como legado: para a COP30, para o Brasil, para o mundo. O CIEAM seguirá mobilizando sua base industrial, suas comissões temáticas e suas redes de colaboração para que o pacto ZFM + ESG se consolide como o pilar estratégico da nova economia amazônica, enraizada na floresta e orientada para o futuro. E ninguém pode ficar de fora dessa jornada.
“Conhecer, cuidar, amar.” A máxima que rege relações humanas também deve nortear os vínculos institucionais. Só se defende aquilo que se compreende. E só...
Enquanto a Amazônia real respira à base de suor, inovação e resistência, a elite fiscal do asfalto — empoleirada em gabinetes climatizados e colunas de opinião no eixo Sul-Sudeste — lança seus veredictos sobre a Zona Franca de Manaus sem jamais pisar no chão da floresta ou no asfalto quente do Distrito Industrial.
De um lado, o Polo Industrial de Manaus arrecada mais de R$ 13 bilhões por ano em tributos federais, estaduais e contribuições setoriais, posicionando o Amazonas entre os maiores contribuintes líquidos da Receita Federal no país. De outro, assistimos à ausência de planejamento estruturado, transparência e compromissos vinculantes com o uso desses recursos.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.