“A perspectiva de melhoria do desenvolvimento da infraestrutura do Amazonas é mínima. Não consigo confiar muito em discursos, pois o que percebo é um...
O desafio é querer fazer mais com menos. Refletir, simular, fazer engenharia e construir um projeto de solução gastando a menor quantidade de recursos possível. Engenharia é isso. Mãos a obra com pouco recurso.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.