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Advogada Kanamari assume comissão indígena na OAB Amazonas

OAB do Amazonas cria comissão indígena e nomeia a advogada Adriana Inori, da etnia Kanamari, como presidente Por Mônica Nunes Se você nos acompanha, é...

Garimpeiros ameaçam agentes da FUNAI no Vale do Javari

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Polícia Federal desistiu de ação contra crime organizado no Vale do Javari antes dos assassinatos de Bruno e Dom

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Tensão entre FUNAI e UNIJAVA não é de hoje

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A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.