De acordo com os pesquisadores, as espécies exóticas, quando ocupam de forma ostensiva as áreas das espécies nativas, são chamadas de exóticas invasoras, e elas representam a terceira maior ameaça à biodiversidade, ficando atrás somente de alteração do uso do solo e das mudanças climáticas.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.