Proibir a conjugação do verbo assear na floresta, ir e vir por essa estrada emblemática, a conduzir negócios e oportunidades, sonhos e esperanças de todos nós, não dá para aceitar. Queremos trilhar todos os caminhos que levam a um Amazonas próspero, diversificado e sustentável
O mundo precisa da Amazônia e vai precisar submeter-se a suas leis para acessar seus benefícios e opulência. As categorias e o valor de uso de troca das commodities do Centro-Oeste, na verdade, precisam ajustar-se às similaridades do valor e da riqueza amazônica. E curvar-se aos resultados da nanobiotecnologia. Bioeconomia não é extrativismo disfarçado, é mimese do bioma e da bioética, onde a dinâmica natural e florestal vira paradigmas a serem utilizados como ferramentas da inovação tecnológica, reunindo a nanobiotecnologia, tecnologia da informação e da comunicação.
Venha passear na floresta, senhor Pastore, venha testemunhar o que fazemos com essa discreta fatia de isenção tributária ao movimentar 85% da economia do Amazonas e dinamizar toda a economia regional com emprego e renda.
O interessante de acompanhar mais de perto esses debates e reuniões é verificar o quanto o posicionamento dos líderes mundiais dá uma embolada conceitual, quando comparado com o posicionamento das nossas correntes políticas. É interessante ouvir os alertas de Boris Johnson e outros líderes conservadores, porque por aqui mudanças climáticas e conservação da Amazônia são praticamente coisas de comunista. Mas, vamos ao que interessa, esqueçamos as picuinhas.
As novas matrizes demandarão uma outra categoria de investidores que buscará novas categorias de mão de obra. O Amazonas precisará se habilitar. Os jovens que têm hoje 20 anos de idade e as crianças que nascerão amazonenses nos próximos 20 anos ainda contarão com a oportunidade concreta de trabalhar em função do PIM. A subsistência obriga a busca dos empregos disponíveis e não dos empregos potenciais.
“Quando matamos essas áreas, estamos matando o futuro da nação e deixando o país despreparado para os próximos governantes”, alertou Adalberto Val, cientista do INPA