“Compromissos de correção foram assumidos perante o Governador do Estado e de representantes da Indústria. Nenhum dos compromissos foram cumpridos. Ao revés, o Governo Bolsonaro aprofundou as medidas danosas em dois novos decretos”.
A indústria amazonense, quer entrar pela porta da frente e contribuir. Queremos discutir rumos e metas. Queremos participar do planejamento e atuar bem de...
Certamente o Brasil poderá absorver esta situação, vez que o Amazonas tem apenas 2% da população do país e um PIB de apenas 1,4%; é razoável considerar que estes números não podem de fato ser decisivos na política econômica nacional segundo a orientação que se observa vinda de Brasília.
Só por isso valeria a pena empreender na Amazônia, uma planta industrial sem chaminés, que produz itens de classe mundial, com tecnologia avançada e sustentabilidade associada diretamente a prosperidade social.
Após 55 anos de batalha pelo desenvolvimento regional, a economia do Amazonas tem um portfólio robusto para prestação de contas ao contribuinte e demais interessados no crescimento socioambiental e econômico da Amazônia. Construímos uma história inserida na evolução natural do conhecimento, amparada em valores colaborativos e compromissos éticos.
“E nesse contexto, baseado no prestígio internacional que as organizações do Observatório da BR-319 desfrutam, vamos ser sensatos: a rodovia precisa voltar a funcionar urgentemente e ser monitorada insistentemente para evitar o desmatamento letal. Ela não é o problema e pode ser a solução para evitar o desmatamento. Sim, pra isso mesmo, para obrigar o Poder Público a cumprir seus compromissos com a comunidade internacional na COP-26, Glasgow- outubro 2021, de zerar o desmatamento até 2030. Só faltam oito anos, a chance que temos de recompor o protagonismo ambiental que deixamos escapar pela insensatez da gestão ambiental da Amazônia ora em curso. Ou será que existe alguma maneira de proteger o bem natural que não seja atribuir-lhe uma função econômica?”