“É uma contradição do BNDES. Ao mesmo tempo em que é o gestor do Fundo Amazônia, e deveria aplicar recursos para garantir a proteção ambiental, ele mesmo financia a destruição”, analisa Sônia Guajajara, da Coordenação Executiva da APIB.
O Globo destacou a fala do secretário de geologia do ministério de minas e energia, Alexandre Vidigal, que defendeu a mineração em TIs como “um direito constitucional.
Um estudo publicado pela revista Nature nesta semana mostrou que processos de degradação florestal, nos quais a floresta é parcialmente destruída, já afetam uma área maior da Amazônia brasileira do que o desmatamento em si.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.