Além de terem as atividades suspensas na região, as empresas podem ser condenadas a pagar um total de 10,6 bilhões por danos sociais e ambientais.A ação do MPF teve como base o estudo “Legalidade da produção de ouro no Brasil”, feito em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.