“Aqueles que produzem riqueza para o poder público gastar – quase sempre sem critério nem racionalidade – vão ter que apagar o fogo da habitual inoperância, mesmo que isso venha representar desemprego, exclusão social, fome e violência. Por que não rever os tais privilégios?”
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.