Debatido na sexta plenária da iniciativa Uma Concertação pela Amazônia, o significado de bioeconomia é chave para delimitar políticas públicas e investimentos empresariais na região
Em dezembro de 2020, a produção industrial cresceu 0,9% frente a novembro, na série com ajuste sazonal, divulgou o IBGE nesta terça-feira (2). Apesar...
"Procuramos, enfim, dar conhecimento dos problemas enfrentados e por enfrentar, sempre procurando de forma simples e direta mostrar a realidade e o empenho das...
Por Robson Braga de Andradepresidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)
Recentemente, fomos surpreendidos por entrevista do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea),...
“ Soluções de infraestrutura, como energias alternativas, comunicação e logística de transportes, adequadas às demandas produtivas, significam mais empregos e mais oportunidades. Isso é desafio tecnológico e pauta dos conteúdos acadêmicos.”
Esses valores, no entanto, são uma estimativa. A sonegação total pode maior do que a calculada. Isso porque os fiscos não conseguem autuar todos que sonegam.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.