Na busca incessante por uma educação de excelência no Amazonas, uma reunião estratégica e interinstitucional foi realizada na última sexta-feira (3), evidenciando o compromisso...
A FAPESP e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc) lançaram nesta terça-feira (15/02) o primeiro edital do PROEDUCA – programa de apoio a...
“Haverá um colapso nas áreas de TI e Inovação no pós-pandemia”. Esta é a manchete da semana nas mídias que trabalham com as últimas novidades no segmento editorial de tecnologias. O diretor-executivo da Fundação Paulo Feitoza, Luís Braga, reconhece que há uma escassez de profissionais nesta área, entretanto, de forma recorrente, há mais de 10 anos, o planejamento estratégico da instituição prioriza tecnologias
disruptivas como Internet das coisas, segurança cibernética, robótica, inteligência artificial entre outras. E assim se prepara para as surpresas permanentes da Quarta Revolução Industrial.
Nesta quarta-feira, ele abriu sua agenda para conversar com o portal BrasilAmazôniaAgora, no contexto da coluna Follow up. Confira.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.