Tag: Seca na Amazônia

Na Amazônia, faltam diagnósticos antes das obras nas “hidrovias”

"Seguimos com a gestão de Brasília a ignorar a Amazônia. Seguimos com empresas cobrando taxas da seca. Seguimos com o Custo Amazônia se empilhando...

Isótopos revelam mudanças nas chuvas na Amazônia durante secas 

Estudo analisa isótopos das chuvas na Amazônia e identifica sinais antecipados de secas prolongadas em Manaus.

El Niño eleva risco de incêndios na Amazônia em 2027, alerta estudo

El Niño pode elevar o risco de incêndios na Amazônia em 2027, alerta estudo que analisou oito episódios do fenômeno desde 2002.

Secas na Amazônia desafiam logística e cadeia produtiva na região

Secas na Amazônia expõem crise logística nos rios e aceleram obras de adaptação climática para manter navegação, abastecimento e economia.

Ninguém é cidadão de segunda classe

"Somos todos brasileiros. Somos todos passageiros da mesma nave. E a Amazônia — longe de ser o quintal distante do país — é a...

Seca na Amazônia atingiu mais de 50% de seus municípios em 2024

Dados exclusivos da InfoAmazonia mostram que a seca na amazônia chegou a afetar 98% das cidades no auge do verão local

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.