"É essencial que os futuros gestores de Manaus, incluindo a prefeitura municipal de Manaus, priorizem ações integradas, transparentes e efetivas, para enfrentar os...
Enquanto a Amazônia for percebida apenas pelo que pode ser no futuro ou pelo que foi no passado, ignorando seu presente, suas aspirações e as suas dificuldades de hoje, seguiremos a não dialogar, a não construir e, principalmente, a desperdiçar uma enorme oportunidade
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou nesta quarta-feira (22) a urgência de implementar medidas preventivas e mitigatórias em...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.