Tag: Rios Voadores

A Zona Franca de Manaus vai acabar?

“Dizendo de outro jeito: o programa ZFM de redução das desigualdades regionais, mesmo que a opinião pública e nossos contribuintes não saibam, é a melhor e mais acertada política socioambiental na história da República do Brasil.”

Qual o lugar da Amazônia na agenda dos presidenciáveis?

"O país tem reafirmado, historicamente, sua incapacidade de compreender, valorizar e abraçar a Amazônia, avaliar e rentabilizar suas riquezas com inteligência e sustentabilidade. [...] Oxalá sejam os eleitores mais atentos, posto que alcançados pelos estragos dessa negligência, e optem por promotores dignos e capazes desta urgente correção."

FHC perde de Lula e Bolsonaro fica em 5° no desmate da Amazônia

”…em quase 30 anos e depois de um estado de Mato Grosso do Sul inteiro desmatado, a prosperidade não ocorreu para os amazônidas em geral.”

A Amazônia só se desenvolve com menos Amazônia

Este discurso é antigo e inclusive institucional do governo brasileiro, embora na prática a direção ainda venha sendo outra, com recorrentes promessas de mudança. Nas áreas desenvolvidas na forma tradicional, já sem floresta, não há mais fármacos a pesquisar nem se pode esperar que ajudem com a chuva, e o discurso, por isso, perde fundamento. Os rios não vão mais “voar”. O meio termo nestas questões não é racional.

Só tem na Amazônia – Coluna Follow-Up

Destaque pode ser dado a duas dessas amazonidades: o Polo Industrial de Manaus e os Rios Voadores. Estes contribuem decisivamente com o crescimento e robustez do agronegócio e abastecimento dos reservatórios do Sudeste, basta determos o desmatamento e queimadas da Hileia. A outra amazonidade é o Polo Industrial de Manaus, a economia que anda de mãos dadas com a ecologia, que gera cerca de 500 mil postos de trabalho, e ajuda a evitar que a floresta seja usada como meio de sobrevivência. 

Diante grave crise hídrica, governo suspende órgão de Meteorologia

O órgão que fora criado nesse ano com o intuito de melhorar e facilitar os trabalhos de previsões meteorológicas teve sua continuidade barrada pela Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, sendo substituído pela Comissão de Coordenação das Atividades de Meteorologia, Climatologia e Hidrologia, órgão criado no início do primeiro mandato de Lula.

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