O jornal americano publicou matéria sobre o temor dos cientistas de que a Amazônia chegue no "ponto de não retorno": momento em que a floresta perde capacidade de se autorregenerar e comece a virar uma savana
Hoje a Coluna Follow-up completa as notas do excelente debate denso sobre Redução das Desigualdades Regionais do Brasil, realizado no último 1º de agosto, por dois economistas de peso, Paulo Roberto Haddad - professor emérito da UFMG e Rodemarck Castelo Branco - professor da UFAM e consultor de empresas, em Manaus. O evento se deu no âmbito dos Diálogos da Amazônia, da Fundação Getúlio Vargas, sob a coordenação de Márcio Holland e Daniel Vargas, professores da instituição.
“Temos a obrigação de defender a Zona Franca de Manaus sim, mas antes de corrermos para Brasília para pedir socorro às autoridades, nossa obrigação maior é buscar nossas próprias soluções” Jaime Benchimol, presidente da Sociedade Fogás Ltda.
Também não há nenhum indicativo de que os governos federal e estadual consigam antes de 20 ou 30 anos dotar o Amazonas de condições de geração recursos para suprir o orçamento público anual de R$ 25 bilhões e manter o movimento da economia em geral em magnitude equivalente ao que a ZFM proporciona hoje. Por isso, ela é a única opção neste prazo e isto não é desapercebido por Brasília, mesmo porque não há qualquer sinalização de que o governo federal tenha um plano alternativo factível no prazo necessário.
Moss tinha 66 anos e faleceu devido a complicações provocadas pelo Mal de Parkinson. Explorador dedicou grande parte de sua vida à preservação da natureza no Brasil
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”