“Os americanos precisavam de borracha para entrar na guerra e o Brasil de entrar no processo mais acelerado de industrialização. Resultado, os EUA pagaram a mobilização dos novos seringueiros, o Brasil ganhou a CSN, Companhia Siderúrgica Nacional e a Amazônia, que forneceu insumo e mão de obra, ficou a ver navios”.
A Associação Comercial do Amazonas teve participação efetiva nessa retomada momentânea da economia. Sob a batuta de Cosme Ferreira, um
cearense que veio para o Amazonas com 2 anos de idade, e aqui ficou até morrer e, através da ACA, teve uma atuação que deixou grandes e
positivas marcas no Amazonas. Uma delas foi apresentar ao Congresso Nacional um projeto que criava a Estação Experimental do Guaraná, em Maués.
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À primeira vista, a...
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