“O futuro da gestão de resíduos sólidos na região depende de ações coordenadas e de uma mudança cultural que priorize a sustentabilidade como princípio...
Sustentabilidade não é fundamentalismo religioso como alguns poluidores dizem por aí para atacar a sigla ESG. Sustentabilidade é Business alinhado com a cidadania e a ecologia. [...] Os consumidores, direta ou indiretamente, são estimulados a integrar essa cruzada ambiental, cívica e ética, num processo de mudança que deve começar na casa de cada um e na nossa casa comum, tão maltratada por esta civilização predatória, nosso planeta Terra.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas