Basta olhar os cadernos, livros e apostilas do ensino médio e, muitas vezes, no ensino superior no Brasil, para entender essa ruptura danosa deste país. Um disfarçado descaso com sua porção amazônica.
Todos esses impactos mencionados atingem, inclusive, unidades de conservação e áreas tradicionalmente ocupadas, ameaçando todo um modo de vida sustentável e em relação harmônica e de respeito com o meio ambiente.
“Uma coleção de startups, com alocação de investimentos privados para a exploração responsável do bioma da região precisa ser realizada, com a junção de empresas farmacêuticas do mundo com capital e conhecimentos locais.”
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.