O Estadão relata o agregado das queimadas amazônicas neste ano: de janeiro até agora, 65.362 focos de incêndio foram registrados na floresta, o que representa 73% do total registrado nos 12 meses de 2019, quando foram contabilizados 89.176 focos.
Mesmo nos ambientes onde queimadas são naturais, como no Cerrado, as mudanças no regime de fogo para além do que esses ambientes conseguem suportar colocam em risco várias espécies, inclusive a humana.
A mudança da temperatura dos oceanos é “um provável condutor das condições secas que vimos até agora este ano no Pantanal”, segundo Morton, que lidera o laboratório de ciências biosféricas da NASA.