Os conceitos sobre o que seja a bioeconomia ainda não constituem um consenso, mas a ciência já mostrou o que não pode ser: a reprodução do agronegócio extrativista e de monocultura
“…considerar o homem como parte integrante deste bioma, desses ricos ecossistemas, conferindo-lhe o papel de condutor e líder do processo de avanço, e mudança...
“Os projetos que receberão os recursos irão desenvolver a bioeconomia da floresta, ajudando a agregar valor aos produtos naturais, e contribuindo também com a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento socioeconômico”, afirma Joanita Maestri Karoleski, presidente do Fundo JBS pela Amazônia.
Por João Lara Mesquita
Ele é superlativa em todos os sentidos, não por outro motivo a preocupação que desperta é mundial. No momento em que o aquecimento...
Por Robson Braga de Andradepresidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)
Recentemente, fomos surpreendidos por entrevista do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea),...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.