“Em qual modelagem o Brasil alcança resultados tão robustos sem meter a mão no bolso? Basta acolher os direitos da manutenção, as expectativas da integração e a confirmação da entrega dos resultados. Com esses esforços, espera-se que, em lugar da maledicência, o Brasil venha acompanhar no modo participativo e de maneira sustentável, a expansão de nossas potencialidades econômicas e riquezas de recursos naturais a favor da brasilidade e da prosperidade geral.”
Em resumo, para que a Zona Franca de Manaus alcance uma maior independência dos incentivos fiscais e se mantenha competitiva, é necessário investir na infraestrutura de logística de transportes, energia renovável e comunicação. Essas melhorias impulsionarão o desenvolvimento econômico sustentável, fortalecendo a região e sua posição como um centro de inovação e negócios na Amazônia. Recursos não faltam a ZFM coloca o Amazonas entre os 8 maiores contribuintes da Receita Federal. Faltam, tão-somente medidas, ajustes e apertos, pois o abraço para o primeiro passo já foi dado.
“E foi na porta do INPA que o CIEAM foi bater para buscar o conhecimento dos impactos provocados pela indústria no meio ambiente amazônico. Como resultado, já podemos dar a boa notícia de que é possível demonstrar por A+B que as empresas industriais da ZFM ja podem preparar sua certificação de descarbonização climática.”
Iniciativa de programa da ONU credenciou a um novo patamar a organização brasileira por sua atuação de preservação e de restauração na região. A oficialização constitui mais um passo no reconhecimento do Idesam como um dos principais atores, agora do mundo, para a preservação da Amazônia.
O Programa Prioritário de Bioeconomia aportou quantia milionária para incentivar a produção de couro sustentável com matéria prima que antes era considerada lixo
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.